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Acrelândia

A primeira cidade planejada do Estado do Acre (Foto; Glauco Capper)
Acrelândia é considerada também como a “Princesinha do Acre”. Ela foi a primeira cidade planejada do estado e, conta hoje, com pouco mais de 12 mil habitantes. A pacata cidade reserva belas paisagens, uma hospitalidade ímpar e muitas riquezas culturais.

Muito conhecida por sua produção pecuária, hoje principal atividade exercida na região, Acrelândia teve seu momento bom na exploração madeireira, quase extinta por falta de projetos dos grandes empresários. Morador da região, André nos contou que nos finais de semana a cidade parava, “era grande o fluxo de pessoas aqui”. Hoje o que movimenta a cidade são os grandes eventos agropecuários que acontecem geralmente em junho e julho.

Com a grande migração de sulistas, foi como se deu a formação populacional da Princesinha do Acre, é quase impossível não ver pessoas portando olhos verdes, senão, azuis.
Lá, toda boa festa sempre começa e termina em churrasco, é com uma inconfundível alegria e comemoração dos acrelandenses. Durante uma festa de casamento que participei, as brincadeiras e a intimidade do povo conquista e cativa.

Paróquia Rainha da Paz (Foto: Glauco Capper)

A cidade conta com obras portentosas como a paróquia Rainha da Paz e a imensa Assembleia de Deus; a curiosa câmara dos vereadores, entre outras. O mais interessante de tudo, tirando os buracos claro, são as ruas largas. Tive até o privilégio de parar o carro no meio da rua, e ninguém me xingou ou buzinou ou esculhambou...

Igreja Assembleia de Deus (Foto: Glauco Capper)


Maravilha de cidade essa Princesinha viu... Vou até voltar e passar mais tempo, conhecer mais histórias e estórias que pelo visto, há muitas! 

Poltrona 33

Rodoviária de Cruzeiro do Sul, 19h. (Foto: Glauco Capper)
Viajar de ônibus ganhou um novo sentido pra mim: tortura do início ao fim!
Cometi a asneira de perder o voo para Cruzeiro do Sul, e como era uma viagem à trabalho na cidade, temendo represálias ou chacotas ou punições mais severas, sem delongas, parti para a rodoviária onde peguei um táxi que não ia até Cruzeiro, mas que chegaria mais rápido a Tarauacá.

Bem, meio dia e quinze, entro no táxi que vai buscar uma passageira que está no centro de Rio Branco. Chegando lá, ela diz para o taxista:

- Preciso pegar minhas coisas lá na Sobral e uns documentos lá no Ouricuri.

Literalmente o oito e o oitenta. Eu já feliz da vida né... Ai com a comédia da vida real, fiquei mais ainda. Só que não! Bem, não teve outro jeito, já que os taxistas se submetem a quase tudo para fechar passageiros para os municípios.

Já chegava às 15 horas e a partida então seria certa. Pegamos a estrada, BR 364, o carro ‘um pouco pesado’ com seis passageiros e o motorista com seu pé mais leve que pena.

Imaginei... Só peguei táxi porque achei que ia ser mais rápido. Me lasquei pela segunda vez!

Chão pra que te quero, estamos indo nós. No banco de trás, ia um casal bem apaixonado. Aparentavam estar bem próximos a casa dos quarenta, mais um fogo de um casal de quinze.

Depois de muito parar e lanchar, chegamos a Feijó, de bucho cheio, claro. E para deixar o casal mais “Love Love” da parada, uns “vira aqui”, “vira na próxima”, “tamo chegando” que nunca chegava, “é bem alí” que não era. Enfim, deixamos o casal para “ailoviar” à vontade e partimos para Tarauacá. Como a vida de taxista é dura, e a pressa não faz parte do seu imaginário, além do oportunismo de economizar gasosa, uma van que passava foi parada. Entre acertos financeiros e “baldeamentos de nóis”, saímos de Feijó de van, cheia de pessoas superanimadas. Menos eu claro.

Até aí beleza. Tive que esperar o busão que passava às 2h e, então, Cruzeiro partiu!

As 6h e 15, vi apontando no horizonte a cidade cruzeirense. Nossa, a festa estava garantida dentro de mim. Apesar do cansaço, fiquei sim muito feliz. Cheguei a tempo de tomar um bom banho, tirar a inhaca da viagem e me preparar para cumprir minha agenda de trabalho durante aquele dia. 


Catedral Nossa Senhora da Glória construída em 1957. Umas das maiores referências turísticas do Acre. (Foto: Glauco Capper)

Surpresas ainda estavam por vir. Com o no-show pelo não embarque, o retorno de avião não foi garantindo. E ai, vamos apelar: busão pra voltar para Rio Branco.

Já dentro do ônibus às 19h e 40, me sentindo aliviado e ao mesmo tempo preocupado para aquela longa jornada noturna de retorno pra casa. A vontade de dormir tomou conta de mim, até que o mais inacreditável aconteceu.

Um casal na poltrona a minha frente, passaram a noite fazendo o que não devia. Olha, é uma situação constrangedora, já que, de certa forma, exigir algum tipo de respeito ali é quase que assinar a expulsão imediata.

Bem, não foi nada fácil. Era um chamego, um fungado e de repente o banco desce duma vez em cima de mim. E o pior de tudo é que a seca era tão grande, que foi a noite toda. Não parou um instante. E inspirou até uma moçoila e rapaz que partiram pro banco de trás de onde eu estava para muvucar também! Putz... Que noite! Só sossegaram um pouco mais, quando a luz do dia deixava as claras o rito prazeroso dos casais.

É, não tinha luz para afugentar a promiscuidade. O negrume foi um prato cheio pra tudo. Até para um jovem ir ao banheiro e puxar um baseado. Esqueceu que fumaça vaza. Empestou o ônibus! Ai, ia dando um rolo, mais com consciência e talvez negligência, o ‘comissário’ do transporte apenas disse que não podia fumar e tal, levou numa boa. Fazer o quê né!

Mais a boa mesmo, foi ter chegado em casa. Depois de dois dias intensos de voltas e reviravoltas, aprendi a chegar cedo em um aeroporto. E se for viajar de busão, comprar passagens cedo, reservando a cadeira de preferência ao lado do motorista, para que assim, possa se ter uma viagem mais tranquila! E na boa, esse foi apenas o relato de minha experiência naquela noite. O que passar disso, ou o que render mais que isso, não sei mais de nada, #morreunobus!

Umas das melhores coisas que me aconteceu na viagem: experimentar o delicioso guaraná fabricado em Cruzeiro. (Foto: Glauco Capper)

Vai entender...

Aqui a placa está correta viu... ;)
Nosso trânsito é bem engraçado. Muito mesmo. E não é que ele seja uma comédia, até que bem parece mesmo.  Para uma distância de 12km, chegamos a passar mais de 40 minutos engarrafado nas longas filas e conglomerados de carros, seja centro bairro ou bairro centro. Isso, tomando como base, os bairros mais afastados.

Nossas vias principais possuem sinaleiros que ultrapassam quatro minutos e não dão acesso a outras vias. Quem anda no centro de Rio Branco sabe o que estou falando. Na Avenida Ceará não há possibilidades de virar para à esquerda, para quem vai ou à direita para quem vem... A não ser que ninguém esteja vendo... Ou, dependendo do convênio com um posto de gasolina, dá pra ir até o trevo no bairro Seis de Agosto. Peripécias da engenharia!

Rotatórias com preferências, outras sem a mesma; faixa de pedestres mal posicionadas; falta de semáforos próximos de escolas; velocidade permitida de 40km/h em vias rápidas e rodovias; quebra-molas em cima das faixas de pedestres; entre outras, são as ‘coisas belas’ da nossa engenharia.

Não vou nem entrar no mérito dos sinaleiros que ficam verde, com o próximo amarelando, isso em menos de 100 metros, gerando engarrafamentos nos cruzamentos, e quando é no centro da cidade, a muvuca e estresse ficam garantidos.

Não podemos deixar de observar que, o aumento da frota de veículos em Rio Branco, onde já chega a 136.740* veículos - dado de setembro de 2013, disponibilizado pelo site do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) - tem contribuído para os entraves no nosso trânsito e registros de mais de 5121 acidentes só em 2013.

Não é o número de carros ou motos ou tratores ou o quer que seja que faz o trânsito ruim. É raciocínio e lógica de que, colocar placa em lugar errado, vai dar carros engarrafados... Soluções existem a deriva... Já vontade de fazer a coisa certa.... 




Aqui o caos se instaura... :O


Seis minutos

Para reabrir o check-in o voo atrasa 40 minutos. Mais passageiros embarcam, menos a empresa ganha. Então, pau ni nóis... :O
Com apenas seis minutos de atraso, perdi o gol mais sem placa do planeta.  E o mais curioso é que aprendi a forma mais (in)justa de ser furtado por uma empresa.

Olha só:
“Exemplo: você comprou uma passagem com tarifa Programada, mas não conseguiu comparecer e voar (no show). Para que você seja ressarcido, serão descontados 40% do valor pago pelo bilhete, referente à taxa de reembolso, e mais R$ 150,00 (da taxa de não comparecimento). A diferença do valor pago, já descontadas as taxas e multas, você poderá receber na forma de reembolso ou deixar um crédito aberto com a GOL.” ​(Voe Gol - Acessado em 27 de novembro)

Eu comprei minha passagem por R$ 313, 70 e por ter perdido o voo, só me restou de crédito, R$ 123,30. Vamos as contas... 
A Gol tem a faceta de encerrar seu Check-in aqui em Rio Branco, 30mim antes de voo sair. Mesmo que tenham poucos passageiros a bordo. Claro, ganha-se absurdamente com no show dos clientes.
No site voegol.com.br, encontramos essa maravilha: "Para check-in, 1 hora de antecedência para voos nacionais e duas horas para voos internacionais". Que lindo isso né não....
Para que eu pudesse embarcar novamente, precisaria remarcar a passagem para o dia seguinte. E para Cruzeiro do Sul, de Rio Branco só tem um voo que antes saia às 13h e 20, hoje sai às 11h20. Bem, e a remarcação me custaria a bagatela de R$700.
Calculou?
A nova passagem R$700; o meu crédito na Gol R$ 123,30; Teria que desembolsar R$ 576,7, fora os R$ 190,40 que perdi por não embarcar.
Ou seja, um prejuízo real de R$ 767,10.
É ou não é assalto de cara limpa!
Não temos nada e nem ninguém que impeça que as empresas faça o que bem entendem. Há uma conivência geral na nação de nossos legisladores. Estamos sujeitos a um massacre financeiro, em caso necessidade chegar a outra cidade ou estado com urgência.  
E o que eu fiz, perdi os R$ 190 e peguei o ‘Busão’ pagando R$ 90.
Após 12 horas de viagem, cheguei. Cansado mais com uns trocados no bolso.

#Transtorno #dor de cabeça #arrependimento #voar de gol só em último caso

A gente ‘fomos’ no shopping

O maior shopping da região Centro-Oeste
“Eu 'di' um beijo nela
E chamei pra passear
A gente 'fomos' no shopping,
Pra 'mó de' a gente lanchar”
(Chopis Centis – Mamonas Assassinas)

Eu sei que você também lembrou da canção... E dos Mamonas... E dos shoppings da vida...
Nas andanças (e que andanças meu Deus) pelo meu Brazilzão, fui passear pelas águas. Desculpe a má formação, eu fui passear no Passeio das Águas Shopping. Agora sim ficou claro. Não, eu não fui só passear no shopping, não tenho grana para isso. Fui à trabalho na terra do sertanejo, claro... Daí, uni a folga com a curiosidade e fui conhecer a ‘grande’¹ maravilha de Goiânia.

Ele nada mais é que o maior shopping da região Centro-Oeste! Com um visual ultra, mega, power sofisticado, uma arquitetura inconfundível, verdadeiramente, é um passeio... E que passeio. E quem não tem grana, gasta com os olhos, quer dizer, gasta os olhos, porque o que você olha, e olha, e olha de novo não é brincadeira...

Mui belo minha gente... ;)

Com o conceito mais amazônico que os shoppings da Amazônia, ele possui um diferencial no pensamento sustentável. Modelado para aproveitar a luz externa, coleta seletiva, entre outras benfeitorias tecnológicas, o Passeio das Águas é muito lindo por dentro, além da utilização de utensílios amazônicos. Nossa, xônei mesmo, num vô mentir!

E a bagatela custou apenas R$ 384 milhões. Mais tudo que sobe, desce. Com certeza, gerará aproximadamente 6.300 empregos diretos e 4000 vagas de estacionamento, você sabe como isso é muito importante. Falo sem pleonasmo.


“Quanta gente,
Quanta alegria,
A minha felicidade
É um crediário
Nas Casas Bahia!”
(Chopis Centis – Mamonas Assassinas)


Você tem? Eu nem tem... :(
E agora que sou ciclista, achei superimportante que o shopping dará uma atenção aos transportes alternativos. Contará com vagas para automóveis elétricos, com direito a postos de carregamento e dois bicicletários cobertos. Olha que ‘maGavilha’! Isso com capacidade para mais de 200 bicicletas e um vestiário para os ciclistas, ‘oTa maGavilha, né não?’ Além de duas ciclovias internas que serão implantadas no estacionamento.

Com uma praça de alimentação chique, muito mais chique que os restaurantes chiques que já fui. Bem, confesso, eles não eram tão chiques assim. Não, também não estou comparando aos bactéria lanches da vida nossa de cada dia. O lance é que, lá, tudo foi estrategicamente posicionado, lembrando aqueles restaurantes finos que vemos nos filmes de Hollywood ou Bollywood mesmo. Mais muito fino, elegante, trazendo ‘aconchegância’ e muito conforto aos usuários. E tudo com muita madeira legal, árvoreszinhas e plantinhas de plástico.


No final das contas, gostei muito. Espero que quando você for lá goste também. Se não gostar, perdoe-me, opinião é sempre como gosto de pão: quanto mais suor misturado, mais saboroso o bicho fica!

¹Passeio das Águas Shopping foi inaugurado no dia 30 de outubro. E eu fui lá! :D

Encrenca boliviana

Cena inusitada para quem costuma ver essa rua quase intrafegável.
Dias atrás presenciei uma situação, a princípio curiosa, no lado boliviano. Durante uma “pequena viagem internacional” ao Departamento de Pando – Cobija, às dez da manhã, quase todas as lojas estavam fechadas e o movimento de pessoas no comércio quase nulo, algo intrigante para aquela região.
De repente, sem titubear, nos demos conta de que, sendo nós turistas “e nada burgueses”, poderíamos nos tornar prisioneiros - arranjando problemas, naquela terra de muitas leis.
Soldados do exército encapuzados nos encarando, muita polícia monitorando, lojas fechadas, ruas vazias... Pensamos haver algum ato solene, ou presenciar alguma celebração a pátria dos patrícios, mais não, estava acontecendo mais um capítulo da guerra entre governo e os cidadãos de Made In Bolivia. O furdunço começou bem cedo, com saque em algumas lojas e por conta disso, todas as outras fecharam à visita dos gringos.
O governo de Evo Morales sancionou uma lei, onde toda pessoa física o jurídica de acordo com a Lei 843, fica obrigado a emitir notas fiscais e também condicionado a emitir faturas de todas as suas vendas, para respaldar todas as operações realizadas na cidade.
O descumprimento da lei, praticado ainda por muitos, tem causado o fechamento de lojas até a sua regularização, como também, e o desconforto em alguns empresários de baixo poder aquisitivo. Como retaliação ao governo, os próprios comerciantes saqueiam lojas amedrontando outros empresários a estarem de portas abertas.
Dentre os impostos cobrados pelo governo à ZOFRACOBIJA, os principais são:
IVA (imposto sobre o valor acrescentado), ICE (Imposto Sobre Consumos Especiais), IEDDH (Iniciativa Europeia para a Democracia dos Dereitos Humanos) e GA .


Loja fechada por sonegação fiscal, abre após regularizar.
A situação por lá anda bem mais complicada do que pensamos! E não só economicamente. O conflito mais atenuante está entre os “Colhas e Cambas”, principais grupos étnicos do lado boliviano. Os “Cambas”, descendentes do índio amazônico, dominam os Estados de Santa Cruz, Beni e Pando; os “Colhas”, o mais forte grupo étnico, que descendem da famosa civilização incaica (daí decorre a principal motivação ideológica da pretensa superioridade, o orgulho de descender de um povo que dominou outros povos e construiu um grande império) e detém a hegemonia político-econômica em La Paz, Cochabamba, Sucre, Oruro e Potossi.
Evo Morales faz parte da etnia “Colha” e tem buscado a hegemonia de seu poder por aquelas bandas. Em Pando, mais especificamente em Cobija, onde o predomínio é “Camba”, ele não é nada querido, exatamente pelo conflito que tem causado sua administração para uns bem “ditatória”. Nesse conflito, centenas de famílias já foram obrigadas a deixar a cidade por sofrerem retaliação de um dos grupos. Morales também tenta implantar o dialeto indígena de seu povo nas escolas, saudação de seus subordinados semelhante ao comprimento nazista, tem aumentado os impostos principalmente no serviço de água, estatização dos postos de gasolina onde só é possível comprar através de um cartão de consumo, sem esquecer também do risco de se comprar o petróleo dos gringos sem autorização. Hoje quem toma de conta dos postos são os soldados do exército boliviano. Brincou já viu!
Mas as estripulias de Morales não se finda por ai...
Recentemente Evo decidiu expulsar a Coca-Cola da Bolívia até o dia 21 de dezembro desse ano, como o fim do egoísmo e da divisão. Para o cumprimento de sua decisão, o fim da Coca-Cola marcaria o começo do mocochinche - refresco de pêssego e canela, um refrigerante muito popular no país. Seria para Morales, o fim do capitalismo e o início do comunitarismo. Mas dias depois, teve que voltar atrás de sua decisão devido a repercussão se sua altiva proeza.
A cidade de Cobija é rota turística para quem visita o Acre. Pode se dizer até que, é o “melhor shopping” da região, por sua variada e ampla comercialização de eletroeletrônicos, roupas e bugigangas em geral com preço mais baixo - menos impostos. O Departamento boliviano é assediado pelo Brasil, diga se aqui – sustentado também - pelo vanglorioso real. Mas como todo bom lugar, há também suas mazelas; sua apetitosa comida com tempero suave, porém, saboroso; tem aquela velha conhecida nossa: a saltenha que é uma delícia; sem esquece o bom suco de laranja! Agora o que não rola, pelo menos pra mim é trocar a “Coca-cola” pelo “Mocochinche”. Mas há quem goste!
Sabe o que deu medo? Foi do Evo “Clausurar” o Brasil, já economizamos muito por lá. Agora nem tanto que o dólar está em alta. É bom que, ninguém convide ele para passar uns dias aqui, pra quem gosta de imposto como ele... Seria o início de outra revolução!!! 

Água: Insano Desperdício

Grande parte da água que é desperdiçada, é água tratada! Insano não?
(Estação de Tratamento de Água de Rio Branco ETAII)
No dia-a-dia, a água essencial para a realização de muitas das tarefas, principalmente as domesticas, mas á que ponto o uso da água se caracteriza em desperdício?
Uma torneira pingando durante todo um dia, desperdiça cerca de quarenta e seis litros de água.
Agora imagine milhares de torneiras pingando em um único dia.
Em uma grande parte do planeta, à escassez de água. E na outra parte que tem água, água até demais, há desperdício.
O desperdício já virou temas de campanhas, de apelos...
Grande parte da água potável que é produzida no mundo é desperdiçada.
E quem é o maior responsável pelo desperdício?
A água se torna indispensável em quase todos os afazeres domésticos e os afazeres necessários também exigem água, alias muita água!
Mas será que é necessária tanta assim?

Etapas da cheia no Rio Acre em 2011

Em 2011 trabalhei alguns meses no Amzon Sat, neste período ocorreu a cheia no rio Acre que desabrigou centenas de famílias!
Veja nas duas matérias a seguir, como o drama da cheia voltou a se repetir na nossa capital.




 Matéria veiculada na integra no Amazon Sat


 
2ª  Matéria que produzi para o Sat, veiculada sem a minha passagem

Gringos Brasilenos

Uma mini caravana saiu com destino até Plácido de Castro, mas precisamente ao vilarejo Evo Morales, um pequeno pedaço de terra entre Brasil e Bolívia. O objetivo era um aproveitar o dia com uma bonificação de aventura!
Rua Principal do Porto Evo Morales

Tarauacá em estado de EMERGÊNCIA



 Neste domingo (08), Tarauacá acordou em estado de emergência. O Rio Tarauacá que tem no seu limite de 8,40m a cota máxima para iniciar as alagações em bairros próximo a ele, subiu de 7 às 13 h e 30 mim, cerca de 30 cm, chegando ao nível de 10,50m de sua cota.

Shopping: Primo rico e Primo pobre


Calçadão da Bejamim Constant

Via Verde Shopping

...ainda no ritmo de natal...
Da suntuosa estrutura do novo Shopping de Rio Branco, para o Calçadão da Bejamim Constant, mais conhecido como o Shopping do povão, a diferença é gritante, mas com as peculiaridades que o primo rico não tem!!!

Êh, educação!!!



Trânsito é sempre uma parada dura! Literalmente...
Mais educação nos falta, e de montão! Eu como motorista e eles como pedestres, ciclistas...
O Sr. na foto acima, passou cerca de 2 minutos para atravessa a rua. Nem os carros paravam, nem coragem lhe dava para tentar uma rápida travessia!


As estudantes transformaram o momento de atravessar a rua em aventura de puxa empurra.
A vendedora coçou tanto a cabeça que deu foi dó.  
Essa é nossa realidade! Atrasados como sempre andamos, apressados achamos que solucionamos a nossa displicência com o horário de forma alucinada em um trânsito travado como este de Rio Branco. O único e incluso porém, é que na pressa colocamos em risco a nossa vida, que por sinal só temos uma, e também a do próximo.
Certo mesmo é que eu preciso melhorar como motorista, e muitos como pedestres e ciclistas...!!!

Hora de Morfar...


Quem assistiu os Power Rangers, sabia que quando o perigo chegava, eles usavam um relógio morfador para se transformar e guerreiros.

Alma de artista

Você sabe o que é um origami Tsuru?
Eu não sabia, e quando soube, fiquei abismado com o tamanho que me foi apresentado.


À mendigar o pão

Nas ruas de Rio Branco é possível observar centenas de pessoas que vivem a mendigar. Antônio Manoel é uma delas!
Acometido de um acidente a pouco mais de um ano, que aconteceu na BR AC 40, sentido Brasiléia, onde teve parte do intestino esmagado e desde então, com sua saúde comprometida, não pôde mais trabalhar, e com isso mendigar o pão nas ruas foi sua opção. Manoel tem esposa e três filhos, aos quais sustenta com o que recebe de doação.

Terceira Idade



A chegada à terceira idade traz consigo limitações sobre um corpo já muito vivido. Já não se tem a mesma vitalidade, a rapidez dos movimentos e do raciocínio, a mesma coordenação motora da época da juventude.

Casa de acolhida Souza Araújo


A casa de acolhida Souza Araújo, fica distante de rio branco cerca de 18km. A casa teve seu início na década de 20, e tem como objetivo oferecer às pessoas hansenianas vida digna, capacidade de reintegração em suas famílias e sociedade.

Pepino Gigante


Era uma vez uma horta como outra qualquer, tinha alface, tinha couve, tinha cebola, tinha pepino...
Ué... Não venha dizer que ainda não tinha visto um pepino assim...


Para nossa surpresa durante um visita a horta comunitária do boa vista, que fica no final do conjunto sobral, encontramos nada mais nada menos que um pepino gigante.

Rally Urbano

Você sai do trabalho às 12h, chega em casa 12h e 30, toma um bom banho, almoça, deita às 12h e45, dorme um pouco, e às 13h 40 retorna para o trabalho.
Isso parece até, um conto da carochinha...
'O trânsito de Rio Branco deixou de ser tranquilo depois dos financiamentos!!!'
Mas em tudo isso, existe um lado bem positivo. Você passa a ter um tratamento de paciência totalmente gratuito, e imagine só, fritando ao meio dia, esperando os sinais de quatro tempos abrir para que você possa chegar em casa e voltar pra em seguida voltar ao trabalho!



Acompanhe a reportagem sobre o trânsito de Rio Branco em um dos horários de pico.


Ô tio, deixa que eu cuido!


Atualmente em Rio Branco, não são poucas as esquinas povoadas por eles: "flanelinhas".
Muitos são cordeais, outros são muito educados, outros nada amigáveis e assim eles seguem a vida e nós também...
O que porventura segue, são inúmeros trabalhadores sem profissão, que a cada dia optam por este trabalho. Mas lembrando que os nossos impostos eram para dar segurança, que hoje "temos" com aqueles que sem carteira, e sem nenhuma remuneração, cuidam de nossos veículos, em troco de um trocado, que a muitos proporciona o sustento da família.
Se bom ou se ruim, o certo mesmo é que eles seguem a vida e nós também...
Como sempre!


Acompanhe a reportagem sobre os "flanelinhas".